Quem me conhece bem, sabe que adoro escrever. Livros publicados são 9 (a lista vai engrossar brevemente). A meio caminho está mais um, que tem sido sucessivamente atrasado por vários motivos. Que gostava de terminar em breve, apesar de saber que será difícil. Será aquela que eu considero a minha obra-prima. Não tanto pelo conteúdo, mas mais pela forma. E pelo que vai significar para mim. Já tive vários contactos exploratórios com editoras, mas o livro (pela tal forma) foi sendo rejeitado. A aposta vai ser clara: uma edição de autor. Paga, mas desta vez ainda com mais gosto. Porque esse livro vai ser muito especial!
Depois escrevo outras coisas, que nem toda a gente tem acesso. Edições limitadas, algumas relíquias, outras nem tanto. O objetivo? Deitar cá para fora o que sinto, explorar emoções. Coisas que não verão a luz do dia, mas que tocam no coração.
O blog do cão... ou o alter ego do dono. Com o Miguel, o Rui, o Pedro, a Ana, a Sara e o Rafa! Mesmo que o Dogus agora seja o Branco...
sábado, agosto 03, 2013
quinta-feira, julho 25, 2013
Se há semanas difíceis...
... esta é uma delas, sem dúvida nenhuma! A quem tem estado sempre presente, obrigado!
terça-feira, julho 23, 2013
Adeus...
Faz hoje um ano que conclui o meu doutoramento, terminando um sonho que já me abriu pelo menos uma porta em Leiria. Esperava que esse fosse também um motivo para me manter em Elvas, mas não foi... Foram 5 semestres ao todo, com contrato a 50% (equivalente a 6h semanais). Desses 5 semestres, apenas num deles tive as 6h. Em todos os outros tive mais, chegando mesmo a lecionar 10h semanais (recebendo o equivalente ao que tinha no contrato). Nunca cheguei atrasado a uma aula, cumpri sempre com tudo o que tinha para cumprir... Mas não chegou. Ontem fui informado que o contrato não será renovado. Ser bom profissional já não chega...
quinta-feira, julho 18, 2013
quarta-feira, julho 10, 2013
terça-feira, julho 09, 2013
Quase, quase, quase...
Estou quase a completar mais um aniversário. Para quem não sabe, é... todos sabem!!! Como o Sr. Facebook diz, "em que estás a pensar?" Que estou a ficar mais velho e já me faltam muitos cabelos desde a última vez que fiz anos. Mas se até a minha filha tem cabelos brancos, por que motivo eu não posso ficar sem eles?!?
sexta-feira, julho 05, 2013
Roma!
Não tenho palavras para descrever Roma. Ficam algumas fotos, umas que descrevem melhor outras que apenas ilustram uma parte do que é possível ver...
Vou escolher três imagens que jamais me sairão da cabeça, por ordem inversa:
3 - A Fontana di Trevi à noite. Depois de ter ido de dia, voltar à noite tornou o momento diferente e especial (porque aquilo é mesmo bonito!!!).
2 - O pôr do sol perto do Coliseu. O que um simples telemóvel consegue captar...
1 - O efeito ESMAGADOR da Basílica de São Pedro, de manhã e especialmente à noite. Não há uma única foto que descreva o que eu vi!
O momento da viagem? Capela do Santíssimo Sacramento da Basílica de São Pedro. Um silêncio acolhedor e a partilha de um momento que dificilmente se repetirá!
quarta-feira, junho 26, 2013
Era uma vez...
Era uma vez uma história. Daquelas bonitas. Sei lá... Cinderela? Branca de Neve e os 7 Anões? Tipo princesas e príncipes. Assim como se o Rui e a Ana fossem os atores principais!
Mas além dos atores principais, há sempre outros secundários. Uns bons, outros maus... outros apenas assim assim! Uns são sapos que precisam de beijos, outros são lobos maus, outros avozinhas. Outros nem se sabe muito bem o que são.
Em cada momento gostava mesmo de saber o papel de cada personagem, mas não é possível. Ou porque as pessoas se escondem por detrás de papéis falsos, ou porque as pessoas têm medo, ou simplesmente porque a história não está toda contada. Ou porque quem tem o livro à frente não sabe ler!
O que resta nesses momentos? Voltar atrás e pensar em quando éramos crianças e nos nossos desenhos animados. E é então que me lembro sempre de uma música. Que retrata milhões e milhões de histórias. E que faz lembrar que os desenhos animados "quase nunca acabam mal". Mas, porra, há sempre um "quase"...
Mas além dos atores principais, há sempre outros secundários. Uns bons, outros maus... outros apenas assim assim! Uns são sapos que precisam de beijos, outros são lobos maus, outros avozinhas. Outros nem se sabe muito bem o que são.
Em cada momento gostava mesmo de saber o papel de cada personagem, mas não é possível. Ou porque as pessoas se escondem por detrás de papéis falsos, ou porque as pessoas têm medo, ou simplesmente porque a história não está toda contada. Ou porque quem tem o livro à frente não sabe ler!
O que resta nesses momentos? Voltar atrás e pensar em quando éramos crianças e nos nossos desenhos animados. E é então que me lembro sempre de uma música. Que retrata milhões e milhões de histórias. E que faz lembrar que os desenhos animados "quase nunca acabam mal". Mas, porra, há sempre um "quase"...
segunda-feira, junho 24, 2013
Um olhar profundo!
Para onde quer que ele estivesse a olhar, este verde mostra uma profundidade brutal. Dava tudo para pegar nele e mergulhar-lhe nos olhos... mas 200 kms de distância não deixam... Beijinhos aos dois
quarta-feira, junho 19, 2013
sexta-feira, junho 14, 2013
Fernando Pessoa
Reza a história que ontem, há 125 anos, nascia o Fernando Pessoa. E com eles mais uns quantos poetas que estudámos (?!?). Ao mesmo tempo que ouvia esta notícia, falava-se sobre o lançamento das cartas de amor trocadas entre Pessoa e Ofélia, o seu grande amor. E que a pessoa que falava sobre a notícia dizia que Ofélia escrevia bem, pois até picava Fernando Pessoa sobre a utilização de outros heterónimos.
A minha questão é simples: será que Ofélia de facto existiu? Ou era só mais um dos frutos da imaginação do homem? De poeta e de louco todos temos um pouco (vá, eu mudei a frase). Mas a verdade é que eu pensei logo: "há gajos génios, que inventam histórias sobre pessoas inventadas... e depois há os parvos como eu que pensam que os cães falam".
Resta-me a minha filha que diz que eu sou lindo e/ou amigo (ou então chama-me alguma coisa e ainda goza comigo e se ri na minha cara!).
A minha questão é simples: será que Ofélia de facto existiu? Ou era só mais um dos frutos da imaginação do homem? De poeta e de louco todos temos um pouco (vá, eu mudei a frase). Mas a verdade é que eu pensei logo: "há gajos génios, que inventam histórias sobre pessoas inventadas... e depois há os parvos como eu que pensam que os cães falam".
Resta-me a minha filha que diz que eu sou lindo e/ou amigo (ou então chama-me alguma coisa e ainda goza comigo e se ri na minha cara!).
quinta-feira, junho 13, 2013
o regresso do dogus-the-dog
E quase um ano e meio depois... o blog voltou.
Confessoque já tinha algumas saudades de escrever parvoíces (que isto de ser sério não tem piada nenhuma). Além disso, não volto a cara a um desafio, e o blog volta à ribalta. Durante este ano e meio de ausência, poucas visitas houve (incluindo as minhas próprias). Agora vou ter que mudar a visualização disto, mas continuo à espera dos vossos comentários e participações. Se não participarem, mando atiçar o cão!
E de certa forma volto como quando fui: com um abraço. A propósito, eu sou o urso... Podem apertar à vontade que sou fofo...
Confessoque já tinha algumas saudades de escrever parvoíces (que isto de ser sério não tem piada nenhuma). Além disso, não volto a cara a um desafio, e o blog volta à ribalta. Durante este ano e meio de ausência, poucas visitas houve (incluindo as minhas próprias). Agora vou ter que mudar a visualização disto, mas continuo à espera dos vossos comentários e participações. Se não participarem, mando atiçar o cão!
E de certa forma volto como quando fui: com um abraço. A propósito, eu sou o urso... Podem apertar à vontade que sou fofo...
segunda-feira, fevereiro 27, 2012
E a surpresa é...
Tinha prometido que não deixaria a blogosfera sem uma surpresa... e cá está ela! O dogus diz adeus com um livro...
domingo, janeiro 29, 2012
Ponto final...
"Era uma vez...
...
...
...
Fim!"
Todas as histórias têm um princípio e um fim:
* os três porquinhos viviam com a mãe, apareceu um lobo e depois viveram todos felizes em casas de tijolo
* a bela adormecida adormeceu e acordou com um beijo
* a branca de neve tinha uma madrasta má e viveu feliz com o seu príncipe e os seus anões (ou não...)
Sempre sonhei chegar aos 1.000 posts um número redondo. Três vezes redondo. Mas por vários motivos isso dificilmente acontecerá. Dificilmente porque apesar de tudo, todas as histórias podem ter uma parte 2: o lobo pode voltar, a bela adormecida pode adormecer e a branca de neve pode ter uma nova madrasta! Tudo tem um fim mas também pode recomeçar!
Como já devem ter percebido, este é o anúncio do adeus do dogus-the-dog. Os blogs são como as relações humanas: têm que ser alimentados. Um blog sem leitores e sem comentários não faz sentido. Este não é o único motivo para uste ponto final mas é um dos motivos.
O blog nasceu em outubro de 2005, por brincadeira, numa altura em que a blogosfera ainda era uma criança. Passados 6 anos e meio, a blogosfera cresceu. Nasceram vários blogs, também na família, o que mostra o sucesso destas ferramentas.
Por aqui muita coisa mudou. Vários empregos, várias licenciaturas acabadas, mestrados, uma tese de doutoramento, filhos, sobrinhos, um divórcio, livros, formações, aulas, novos amigos, abraços pedidos e abraços concedidos, um novo acordo ortográfico... eu sei lá! Alegrias e tristezas; lágrimas e sorrisos; felicidade e infelicidade.
Como dizem os jogadores de futebol, querem jogar até se sentirem úteis. Este blog vai deixar de jogar na blogosfera enquanto ainda se sente com capacidades.
Este é um ponto final. Que não se sabe se terá ou não um novo parágrafo...
Post Scriptum: o Dogus não deixará a blogosfera sem antes deixar uma surpresa...
terça-feira, janeiro 17, 2012
3 anos e 10 meses...
... 1340 dias depois...
Quatro ensaios sobre a aplicação da entropia em problemas de economia e gestão
quinta-feira, janeiro 12, 2012
................................................
Docente (?) universitário contratado (?) um mês (!) a recibos verdes (!!!)...
Haja decência...
sexta-feira, dezembro 30, 2011
Vai uma água adicionada de atividades culturais?
Segundo o Correio da Manhã:
"Lista de produtos em que o IVA passa de 6 por cento para 13 por cento:
- Águas de nascente e águas minerais, ainda que reforçadas ou adicionadas de gás carbónico e actividades culturais."
Está bem, eu sei que as atividades * culturais são em separado, mas podiam pôr isso numa linha à parte não???
* (perdoem-me o novo acordo ortográfico, mas tenho que me habituar...)
"Lista de produtos em que o IVA passa de 6 por cento para 13 por cento:
- Águas de nascente e águas minerais, ainda que reforçadas ou adicionadas de gás carbónico e actividades culturais."
Está bem, eu sei que as atividades * culturais são em separado, mas podiam pôr isso numa linha à parte não???
* (perdoem-me o novo acordo ortográfico, mas tenho que me habituar...)
terça-feira, dezembro 27, 2011
Fim de 2011
2011 foi um ano difícil. Lido assim, de repente, parece um chavão sobre a situação económica do nosso país. Mas em relação a isso, apesar de ter sofrido cortes orçamentais, de ter sofrido com o aumento dos preços e o aumento (se bem que ligeiro) dos juros, não me posso queixar de sobremaneira.
2011 foi, sobretudo, um ano difícil em termos pessoais. Como se tivesse acordado alguns dias, me tivesse olhado ao espelho e, surpreso, tivesse chegado à conclusão que tinha a cara virada para o lado das costas. E houve dias em que isso aconteceu mesmo (torcicolos...).
2011 foi, também por isso, um ano de emoções fortes. Uma das músicas que eu mais gosto, há mais de 10 anos, diz simplesmente que "um homem também chora quando assim tem de ser"... E este ano foi ano de muitas lágrimas. De tristeza nalguns casos, de alegria noutros, provocadas por rir nuns quantos também.
2011 está a chegar ao fim. Com ele vieram também desafios profissionais que estava longe e pensar cumprir quando o ano começou mas que me deixam muito feliz. Falo claramente da entrada na minha Universidade e dar aulas, ao mesmo tempo que adotei (sim, tenho que me habituar ao acordo ortográfico...) uma outra casa - a ESAE.
2011 está, por isso, recheado também de boas recordações. A vida não é só lamentos e, quem me conhece, sabe que não passo a vida a fazê-lo. Reflito nas decisões que tomo: quando erro (e tenho consciência disso) assumo que erro; quando penso que acerto fico de consciência mais tranquila. Não consigo esquecer os maus momentos, mas tento sempre, quando a cabeça fica fria, encontrar bons momentos que a compensem. E tenho a sorte de conseguir encontrar bons momentos este ano.
Guardo, pois, vários bons momentos de 2011. Alguns foram sendo colocados aqui no blog. Outros, por vários motivos (desde a preservação da vida pessoal até ao esquecimento), não foram aqui entrando. Os momentos e as datas mais marcantes do ano estão guardados na minha memória (parte deles em livro e uns quantos em foto). Não vou falar deles aqui simplesmente... porque não quero! Mas vou falar de um momento em particular.
Mentiria se achasse que foi o mais importante do ano. Foi muito forte, mas estava a ser injusto com várias pessoas, incluindo a própria e eu mesmo, se dissesse o contrário. O que não invalida a sua importância (e quem lá esteve sabe e sentiu que foi). Lembro-me perfeitamente no final do ano passado/início deste ano, ao som de Miguel Gameiro, o ter pedido várias vezes. A Ju e a Andresa estiveram lá sempre, ainda que longe, para me confortar nesses momentos. Mas tê-lo sem pedir foi especial. Refiro-me àquele ABRAÇO! Por isso, OBRIGADO LICÍNIA!
Mas os obrigados não ficam por aqui. Televisão, jornais, rádios e meios de comunicação chegam ao fim de um ano e elegem a personalidade do ano. Eu também o vou fazer. E aqui não tenho dúvidas... Tenho várias pessoas importantes na minha vida. Mesmo que me pedissem, não conseguia fazer uma ordenação racional das mesmas (até porque há coisas em que não há ordenação possível). Isto é como perguntar a uma criança se gosta mais da mãe ou do pai... e ainda nos arriscamos a ouvir: "Gosto mais de rebuçados!".
Esta "eleição" não é uma indicação da pessoa mais importante da minha vida - simplesmente pelo facto que não ocupa essa posição sozinho. Mas é, sem dúvida, a pessoa que para mim ao longo o ano foi a pessoa mais importante. Reforço: não tenho dúvidas! Que me perdoem todos os outros, que me perdoe a minha pequenina que é tão importante na minha vida (mesmo quando há quem duvide disso), mas a personalidade do ano para mim foi o meu Ruizinho. Porquê? Simplesmente porque uma criança consegue perceber aquilo que muitos adultos não percebem! Simplesmente isso... Porque ele esteve SEMPRE lá! Porque foi o primeiro a perceber. Porque foi o primeiro a abraçar. Porque foi provavelmente o que mais sofreu... Porque foi talvez o que mais se questionou (sem nunca ter colocado uma questão). Porque, não tenho dúvidas nenhumas, está sempre nos dois lados! Porque é, muito provavelmente, de todos os mais forte... Porque faz (e diz) as coisas sem pensar - e às vezes temos mesmo que ser assim! AMO-TE Filho!!!
Há vantagens em ser pequeno, muito pequeno. A Ana tem essa vantagem. É o meu anjinho, de língua de fora! Também te AMO! E não, não estás numa posição secundária. Simplesmente a tua pequenez protegeu-te do turbilhão que foi o 2011...
Não só por vocês, mas fundamentalmente por vocês, tudo vale a pena. Ontem valeu! (pena ter passado tão depressa).
E é assim que vai terminar o 2011 e começar o 2012. Ninguém sabe o que se passará para o ano. O que sei é que vou fazer a passagem do ano com as pessoas que mais Amo nesta vida! Posso não ter mais nada (felizmente não é verdade), posso não ter mais ninguém (felizmente também não é verdade). Mas tenho-vos a vocês, Rui e Ana!
E valerá a pena, certamente, o fim de 2011. Literalmente, com vocês!
Post Scriptum: Obrigado Ritinha...
2011 foi, sobretudo, um ano difícil em termos pessoais. Como se tivesse acordado alguns dias, me tivesse olhado ao espelho e, surpreso, tivesse chegado à conclusão que tinha a cara virada para o lado das costas. E houve dias em que isso aconteceu mesmo (torcicolos...).
2011 foi, também por isso, um ano de emoções fortes. Uma das músicas que eu mais gosto, há mais de 10 anos, diz simplesmente que "um homem também chora quando assim tem de ser"... E este ano foi ano de muitas lágrimas. De tristeza nalguns casos, de alegria noutros, provocadas por rir nuns quantos também.
2011 está a chegar ao fim. Com ele vieram também desafios profissionais que estava longe e pensar cumprir quando o ano começou mas que me deixam muito feliz. Falo claramente da entrada na minha Universidade e dar aulas, ao mesmo tempo que adotei (sim, tenho que me habituar ao acordo ortográfico...) uma outra casa - a ESAE.
2011 está, por isso, recheado também de boas recordações. A vida não é só lamentos e, quem me conhece, sabe que não passo a vida a fazê-lo. Reflito nas decisões que tomo: quando erro (e tenho consciência disso) assumo que erro; quando penso que acerto fico de consciência mais tranquila. Não consigo esquecer os maus momentos, mas tento sempre, quando a cabeça fica fria, encontrar bons momentos que a compensem. E tenho a sorte de conseguir encontrar bons momentos este ano.
Guardo, pois, vários bons momentos de 2011. Alguns foram sendo colocados aqui no blog. Outros, por vários motivos (desde a preservação da vida pessoal até ao esquecimento), não foram aqui entrando. Os momentos e as datas mais marcantes do ano estão guardados na minha memória (parte deles em livro e uns quantos em foto). Não vou falar deles aqui simplesmente... porque não quero! Mas vou falar de um momento em particular.
Mentiria se achasse que foi o mais importante do ano. Foi muito forte, mas estava a ser injusto com várias pessoas, incluindo a própria e eu mesmo, se dissesse o contrário. O que não invalida a sua importância (e quem lá esteve sabe e sentiu que foi). Lembro-me perfeitamente no final do ano passado/início deste ano, ao som de Miguel Gameiro, o ter pedido várias vezes. A Ju e a Andresa estiveram lá sempre, ainda que longe, para me confortar nesses momentos. Mas tê-lo sem pedir foi especial. Refiro-me àquele ABRAÇO! Por isso, OBRIGADO LICÍNIA!
Mas os obrigados não ficam por aqui. Televisão, jornais, rádios e meios de comunicação chegam ao fim de um ano e elegem a personalidade do ano. Eu também o vou fazer. E aqui não tenho dúvidas... Tenho várias pessoas importantes na minha vida. Mesmo que me pedissem, não conseguia fazer uma ordenação racional das mesmas (até porque há coisas em que não há ordenação possível). Isto é como perguntar a uma criança se gosta mais da mãe ou do pai... e ainda nos arriscamos a ouvir: "Gosto mais de rebuçados!".
Esta "eleição" não é uma indicação da pessoa mais importante da minha vida - simplesmente pelo facto que não ocupa essa posição sozinho. Mas é, sem dúvida, a pessoa que para mim ao longo o ano foi a pessoa mais importante. Reforço: não tenho dúvidas! Que me perdoem todos os outros, que me perdoe a minha pequenina que é tão importante na minha vida (mesmo quando há quem duvide disso), mas a personalidade do ano para mim foi o meu Ruizinho. Porquê? Simplesmente porque uma criança consegue perceber aquilo que muitos adultos não percebem! Simplesmente isso... Porque ele esteve SEMPRE lá! Porque foi o primeiro a perceber. Porque foi o primeiro a abraçar. Porque foi provavelmente o que mais sofreu... Porque foi talvez o que mais se questionou (sem nunca ter colocado uma questão). Porque, não tenho dúvidas nenhumas, está sempre nos dois lados! Porque é, muito provavelmente, de todos os mais forte... Porque faz (e diz) as coisas sem pensar - e às vezes temos mesmo que ser assim! AMO-TE Filho!!!
Há vantagens em ser pequeno, muito pequeno. A Ana tem essa vantagem. É o meu anjinho, de língua de fora! Também te AMO! E não, não estás numa posição secundária. Simplesmente a tua pequenez protegeu-te do turbilhão que foi o 2011...
Não só por vocês, mas fundamentalmente por vocês, tudo vale a pena. Ontem valeu! (pena ter passado tão depressa).
E é assim que vai terminar o 2011 e começar o 2012. Ninguém sabe o que se passará para o ano. O que sei é que vou fazer a passagem do ano com as pessoas que mais Amo nesta vida! Posso não ter mais nada (felizmente não é verdade), posso não ter mais ninguém (felizmente também não é verdade). Mas tenho-vos a vocês, Rui e Ana!
E valerá a pena, certamente, o fim de 2011. Literalmente, com vocês!
Post Scriptum: Obrigado Ritinha...
quinta-feira, dezembro 22, 2011
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